segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Segunda, 18 de janeiro - Gideão

1.     Leia Juizes 6:1.0 que aconteceu nessa ocasião? Jz 6:10



Depois de Débora, a terra ficou em paz durante os 40 anos seguintes, mas logo os israelitas voltaram a cair nas mãos de opressores. Dessa vez eram os midianitas que, com seus aliados, entravam em Israel, destruíam as lavouras recém-plantadas e roubavam os rebanhos (Jz 6:3-5). Israel ficou grandemente empobrecido e clamou ao Senhor (Jz 6:6, 7). As pessoas concluíram que seus ídolos eram inúteis.

2.      Leia Juízes 6:12-16.0 que o Anjo do Senhor disse a Gideão, e qual foi a reação dele? Gideão não devia saber por que eles estavam sendo afligidos? Jz 6:7-10



Apesar da queixa de Gideão, que era injustificada (eles eram desobedientes, e por isso estavam sendo oprimidos), Deus estava pronto a livrá-los novamente, mas dessa vez através de Gideão. É interessante que Deus tenha chamado Gideão de "homem valente", embora ele visse a si mesmo de maneira completamente diferente: "Ai, Senhor meu! Com que livrarei Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manasses, e eu, o menor na casa de meu pai" (Jz 6:15). Sem dúvida, um dos componentes fundamentais da força de Gideão foi seu próprio senso de falta de importância e de fraqueza.

Note, igualmente, o que Gideão pediu ao Senhor em Juízes 6:36-40. Isto é, ciente de sua própria fraqueza e de que as probabilidades eram contrárias a ele, buscou uma certeza especial da presença de Deus. Assim, temos ali um homem que compreendia plenamente sua completa dependência do Senhor. Podemos ler, em Juízes 7, a respeito do maravilhoso sucesso de Gideão contra os opressores de seu povo e acerca do livramento que Deus operou em favor de Israel.


Por que o Senhor escolheu usar seres humanos caídos nesse livramento? Isto é, Ele não poderia ter chamado "mais de doze legiões de anjos" (Mt 26:53) para fazer, em favor de Israel, o que era preciso naquele momento? Qual é o nosso papel no grande conflito e na propagação do evangelho?

Domingo, 17 de janeiro - Débora

A história de Débora acrescenta detalhes interessantes ao tema do grande conflito. Ali vemos o povo de Deus sofrendo opressão, com possibilidades praticamente nulas de vitória. Isso encontra paralelo no que observamos em Apocalipse 12, que relata uma disputa muito desigual entre um dragão de sete cabeças e um bebê recém-nascido (ver lição de terça-feira da semana).

Os principais personagens da história incluem Jabim, rei de Canaã, Sísera, o comandante de seu exército, e Débora, uma profetisa e juíza (alguém que resolvia disputas civis entre partes opostas) que tinha um grau muito incomum de autoridade e influência para uma mulher daquela época.


1.       Leia Juízes 4. Em quais aspectos vemos o tema do grande conflito expresso nesse capítulo? No final, quem, somente, trouxe vitória a Israel, apesar da indignidade do povo?



A heroína da história foi a esposa de Héber, Jael, que não teve medo de se identificar com o povo de Deus e que desempenhou um papel fundamental na derrota dos inimigos do Senhor. De nossa perspectiva atual, não é fácil julgar os atos de Jael. Porém, a última coisa que deveríamos fazer é usar os atos dela para justificar o engano e a violência como meios para alcançar nossos fins, não importa o quanto esses fins sejam corretos.

Nas conversas anteriores ao conflito, Débora assegurou a Baraque que a batalha seria de Deus (um eco do grande conflito, certamente). Dois verbos foram usados para descrever como Deus faria isso (Jz 4:7). Ele faria com que Sísera fosse (no original, a expressão indica a ideia de atrair ou arrastar, sugerindo o ato de pegar um peixe numa rede) até o ribeiro Quisom, onde o "entregaria" nas mãos de Baraque. O cântico de ação de graças de Débora (Juízes 5) revela alguns dos detalhes. Por causa de uma pesada chuva, os carros de Sísera ficaram atolados nas estreitas passagens próximas ao ribeiro Quisom. Os céus e as nuvens "gotejaram" e as montanhas "se derreteram" em água (5:4, 5), e Israel foi livrado.

Pense na confiança que esses homens de guerra tiveram em Débora. Embora, em certo nível, isso tenha sido bom, por que sempre devemos ter cuidado com o grau de confiança que depositamos em qualquer pessoa?

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Conflito e crise: os juizes

Sábado à tarde, 16 a 23 de janeiro




VERSO PARA MEMORIZAR:"Orou Ana e disse: O meu coração se regozija no Senhor, a minha força está exaltada no Senhor; a minha boca se ri dos meus inimigos, porquanto me alegro na Tua salvação" (1Sm 2:1).

LEITURAS DA SEMANA: Jz 4; 6; 14; Hb 11:32; 1Sm 2:12-25; 8:1-7

A época dos juízes foi um período caótico na história sagrada. O povo de Deus praticava o mal aos olhos do Senhor, Ele os entregava nas mãos de um opressor; então clamavam novamente a Deus, e o Senhor suscitava um libertador que trazia paz à terra. E assim até o mesmo triste ciclo se repetir.

Débora, uma das juízas de Israel, foi notável pela confiança que inspirava nos homens ao seu redor. Ela e Jael foram heroínas, ao passo que os homens precisavam de encorajamento por causa de sua timidez e falta de fé. Um subtema que se repete no grande conflito também é visto na história de Gideão, quando as chances do povo de Deus eram nulas.

Sansão foi um dos últimos juízes. Depois dele a nação caiu em anarquia e desespero. Ele foi um herói relutante, mais interessado em correr atrás de mulheres do que em seguir a Deus, um paralelo de seus compatriotas, que estavam mais interessados em adorar ídolos do que em servir ao Senhor.

Samuel trouxe esperança à nação. Sob sua direção, foi estabelecida uma nova estrutura de liderança, com reis, e um de seus últimos atos foi ungir o futuro rei Davi.

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Permita que Deus coloque um sonho em seu coração. Leve a seus amigos a esperança em Jesus Cristo. Creia e veja os milagres de Deus!

domingo, 10 de janeiro de 2016

Sexta, 15 de janeiro - Estudo adicional

Sem dúvida, como essas histórias mostram, a vida na Terra, em meio ao grande conflito, nem sempre se desenrola como gostaríamos. Por exemplo, enquanto seguravam nos braços seus filhos recém-nascidos, Adão e Eva não teriam imaginado que um mataria o outro. Quando se casou com Moisés, Zípora certamente não teve o futuro que havia esperado. Você acha que a vida matrimonial de Lia foi o que ela havia sonhado quando menina? E quanto ao jovem Jeremias, quaisquer que fossem suas esperanças e ambições, elas certamente não incluíam ser criticado, castigado e julgado como traidor por sua própria nação. Será que Davi e Bate-Seba não teriam preferido uma história diferente do que aquela que viveram? (Certamente Urias teria preferido.) Que dizer de Jesus? Certamente Jesus veio à Terra para morrer; esse foi o objetivo. Mas, a partir de Seu lado humano, o lado nascido do mesmo barro que nós, o lado que gritou no Getsêmani: "Meu Pai, se possível, passe de Mim este cálice [...]" (Mt 26:39), a experiência de ser açoitado, zombado e ser crucificado com a idade de 33 anos, certamente não era o que alguém teria esperado. Sem dúvida, a vida pode jogar sujo conosco. Mas isso não deve nos surpreender. O que se pode esperar deste mundo caído e pecaminoso: o paraíso? Faz tempo que o Éden deixou de existir. Mas ele um dia estará de volta e, então, o abismo entre a nossa vida hoje e a vida que teremos ali será infinitamente maior do que o abismo entre o que esperávamos e o que recebemos.

Perguntas para reflexão.


1.      Quais são as diferenças significativas entre os irmãos que conservaram a em Deus e os que não viram necessidade disso?

2.        Quando rivalidade e ciúmes entre irmãos parecem anular os propósitos de Deus para as famílias, é possível ver um futuro positivo? O que pode ser feito para que as famílias de sua igreja vejam o propósito maior de Deus para elas?

3.     O que fazer pelas pessoas de sua congregação que se sentem sozinhas no mundo e pensam que a vida é sem sentido e sem valor?

4.        Mesmo que sua vida não esteja como você esperava, como a promessa de vida eterna evita que a decepção domine seu coração?

Respostas sugestivas: 1. A tal ponto que Caim ficou irado, seu semblante ficou transtornado, ele cedeu aos seus desejos e matou seu irmão.

2. Adão reconheceu que estava nu e se escondeu envergonhado. Caim omitiu seu erro e ficou nervoso diante de Deus. Um inventou uma desculpa e o outro uma mentira. 3. A degeneração do homem após o pecado foi progressiva e constante. Os homens passaram a ser carnais. Suas escolhas e seu coração se tornaram continuamente maus. 4. Deus proveu o Cordeiro que nos livrou da morte eterna. 5. Apesar dos erros de Jacó, Deus abençoaria sua vida e cumpriria as promessas da aliança. 6. José sabia que, apesar das circunstâncias, Deus estava no controle, e usou seu sofrimento para salvar milhares de pessoas da fome e da morte.

Quinta, 14 de janeiro - José e seus irmãos

Assim como Jacó merecia um tratamento muito pior da parte de seu irmão Esaú, de acordo com a maneira pela qual o havia enganado, vemos algo semelhante na história de José e seus irmãos. No último caso vemos, novamente, irmão odiando irmão pelo favorecimento de um em detrimento do outro (Gn 37:3, 4). A túnica de muitas cores não foi feita simplesmente de lençóis listrados. A palavra original sugere que era uma veste cara usada pela realeza, provavelmente coberta de ricos bordados e desenhos coloridos, e que deve ter levado até um ano para ser confeccionada.

Depois, quando José falou a seus irmãos sobre seus sonhos (Gn 37:5-11), produziu ainda mais ódio e inveja contra si mesmo. Assim, na primeira oportunidade, planejaram livrar-se dele (Gn 37:19, 20). Os irmãos devem ter felicitado uns aos outros pelo fato de ter sido tão fácil tirá-lo da vida deles. Nenhum deles, porém, tinha ideia de como Deus usaria essa situação para salvá-los, anos mais tarde.

1.     Leia Gênesis 45:4-11. Qual foi o quadro mais amplo que José enxergou? Qual foi o seu foco principal?



Pense no que deve ter passado pela mente do jovem José enquanto estava acorrentado e seguia atrás de um camelo, olhando para as montanhas que haviam sido o lar de sua infância, e vendo-as desaparecer ao longe; e depois, quando foi colocado numa plataforma de leilão, e compradores curiosos o apalpavam e humilhavam, em sua inspeção minuciosa, antes de dar um lance. Muitos renunciaram à ao enfrentar menos humilhação e sofrimento do que isso.

José poderia ter escolhido se tornar amargurado e deixar de crer em Deus, mas, em vez disso, escolheu manter sua em meio a essa luta angustiante, quando o grande conflito se desenrolava em sua vida de maneira dramática.  Ele  logo se  adaptou  à casa de  um  dos  mais importantes militares do  país  e, sob a


bênção de Deus, conquistou rapidamente a confiança dele (Gn 39:1-4). Por fim, o escravo acabou se tornando líder no Egito.


Apesar da grande disfunção familiar revelada nessa história, apesar da traição e maldade, houve um final feliz. Porém, se as coisas parecem não terminar tão bem como ocorreu com José, você conserva a fé? Qual é sua atitude?